05
Fev-2016

Machu Picchu, Peru

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Da hidroelétrica até águas calientes

A Hidroeléctrica está localizada a cerca de 10 quilómetros de Águas Calientes, a aldeia mais próxima ao Machu Picchu, onde passaríamos esta primeira noite antes de iniciar a subida à montanha mágica. São entre duas e três horas de caminho (dependendo do ritmo de cada um) junto à linha do comboio, que se percorrem tranquilamente e sem demasiado esforço físico. Além disso, a paisagem que te rodeia é tão espectacular que acabas por parar a cada 100 metros para imortalizar a imagem que tens à tua frente com a câmara fotográfica ou simplesmente para desfrutar do momento e para estar em harmonia com a natureza, que aqui se apresenta em todo o seu esplendor…

É particularmente emocionante o momento em que começas a ver no topo da montanha à tua direita, no outro lado do rio Urubamba, os primeiros vestígios da cidade perdida do Império Inca. Sabes que já estás muito perto… Rodeada toda a montanha, chegas finalmente a Águas Calientes, cujo nome original era o “Pueblo de Machu Picchu”.

Uma noite no “Pueblo de Machu Picchu”

Trata-se de uma pequena povoação localizada a 2.300 metros de altitude, na parte mais baixa do Vale Sagrado dos Incas, e a apenas 6 quilómetros da zona arqueológica. Com o aumento do turismo, a aldeia também foi crescendo e hoje conta com 3.400 habitantes, vários hotéis e restaurantes e todo o tipo de serviços básicos para oferecer todas as comodidades aos 1.500 turistas que por aqui passam diariamente.

Aqui descansámos uma noite e acumulámos energia para o momento auge da nossa viagem: a subida ao Machu Picchu. Se o teu objetivo é assistir ao pôr-dol-sol na cidade sagrada, deves estar preparado para levantar-te às 4 da madrugada e percorrer o caminho até ao topo da montanha iluminado apenas por uma pequena lanterna. Nós fomos preguiçosos e decidimos sair um pouco mais tarde. Às 7 da manhã iniciávamos a subida.

A subida à cidade sagrada dos Incas

A expectativa era grande. Quando me preparava para esta viagem, li e ouvi várias teorias. Que o percurso era duro, que era necessário estar em boa forma física, que era complicado respirar devido à altitude, etc… Como reagiria o meu corpo? Aguentaria sem problemas? Pois sim, aguentei! É verdade que não é um trekking fácil: a inclinação é elevada, tens que subir uma grande quantidade de degraus e a humidade é muito alta, o que em alguns momentos pode dificultar a respiração. Mas se vais sem pressa, fazes pequenas pausas para descansar, para observar a paisagem, e levas água e barras energéticas suficientes, não terás qualquer problema. Em menos de duas horas chegas ao teu destino: o Machu Picchu. Claro que tens sempre a opção de realizar o mesmo percurso em autocarro, mas a sensação no momento da chegada não será a mesma e terás perdido uma fantástica introdução à magia que emite este lugar…

Antes das 9 da manhã chegávamos ao nosso objetivo. Entrávamos finalmente na Cidade Perdida dos Incas. Estava demasiado emocionada… Tudo o que imaginava estava aí. E mais… Foi sem dúvida um dos lugares mais incríveis que já visitei. Vejam também este vídeo e tirem as vossas próprias conclusões:

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